Viabilidade econômica e financeira na inovação

Cuidar do próprio dinheiro é uma arte, e quase todos fazem, ou pelo menos deveriam, a viabilidade econômica e financeira em um processo de inovação é justamente isso.

Ninguém compra uma casa ou carro sem avaliar como pagar e como será o futuro, certo?

E como esse processo é feito nas empresas?

O processo é o mesmo e chama-se avaliação da viabilidade financeira.

Antes de comprar ou investir em inovação, boas empresas avaliam os prós e contras de qualquer ação que envolva dinheiro e tempo.

De uma forma resumida: é um estudo que avalia se vale a pena ou não começar ou investir em algo.

Mas como fazer essa análise da viabilidade econômica e financeira?

Análise da viabilidade financeira e econômica de uma corporação

O processo envolve de forma simples a comparação do retorno financeiro diante do que será aplicado.

Não vamos abordar em detalhes esse processo aqui, mas se você gostar vamos aprofundar no que interessa: como isso afeta a minha ideia e inovação?

O desconhecimento da viabilidade econômica e financeira de um projeto é um vilão que você cria sem saber.

Por melhor que seja sua ideia e por mais motivado que você esteja, um erro aqui e você não consegue implementar a sua ideia.

Vamos conhecer alguns desses problemas que os que buscam inovar enfrentam na rotina do dia a dia?

1) Não considerar o tempo investido

Pode não estar claro, mas o principal recurso que uma inovação ou ideia precisa é de tempo. E tempo, como diz o ditado, custa dinheiro.

Mas como esse tempo é investido? Um exemplo simples pode estar no tempo que você dimensionou pensando no fluxo de caixa desse projeto.

Se você vai investir ou receber investimento de algum banco vai precisar montar um bom fluxo e para pensar nisso, claro, precisa planejar receitas futuras.

Quais são os rendimentos e despesas esperados nos próximos 3 ou 5 anos futuros?

Ou você pensou em iniciar algo sem definir, mesmo que intuitivamente, quanto iria gerar de dinheiro com seu novo produto ou serviço?

Como dica, lembre de não apenas projetar por “feeling” e busque no mercado quanto e como as pessoas pagariam pela sua iniciativa.

Um indicador que você pode usar para dimensionar seu investimento é o Payback.

Este indicador vai te mostrar em quanto tempo sua inovação levará para dar retorno.

Você pode fazer o Payback de duas formas:

a) Tradicional ou Simples: não utiliza o tempo na fórmula. Se você pegou um investimento de R$120.000,00 e consegue retornos de R$10.000,00 por mês, logo seu Payback será de 12 meses.

b) Descontado: nesse modelo é utilizada a Taxa Mínima de Atratividade (TMA), que é definida ao avaliar a fonte de capital (investidores, anjos, bancos ou até o seu cofrinho), além da margem de lucro que se espera.

No modelo de Payback Descontado basta usar a TMA para descontar o fluxo de caixa e trazer para a data do começo do investimento.

2) Apostar no produto errado (e demorar para corrigir)

Em um cenário de mercado com muitas e boas opções de inovações, nem sempre é possível escolher o produto certo.

Por mais que você tenha planejamento e estratégia, inúmeros itens podem atrapalhar a jornada do seu novo produto.

Demorar muito para lançar e perder o apetite do seu consumidor por algo novo, é um exemplo.

O desafio dessa fase da viabilidade econômica e financeira é conseguir prever esse efeito negativo e diminuir o impacto de uma escolha errada.

Não é um problema optar por algo que deu prejuízo, isso pode acontecer, mas é essencial corrigir isso muito rápido!

Por isso é importante a analise e acompanhamento semanal, quinzenal e mensal do seu balanço financeiro.

Sabemos que o principal objetivo é lucro, certo? Para saber mais sobre como descobrir se um produto seu dará lucro, leia mais aqui!

Para acompanhar melhor sua análise, daremos duas dicas de indicadores bem utilizados e essenciais para qualquer avaliação econômica financeira:

a) Valor Presente Líquido (VPL).

O VPL é um dos principais itens usado na avaliação da viabilidade de projetos de investimentos.

De modo simples: é a diferença entre valor investido e valor resgatado no final do investimento, sempre trazendo para o valor presente.

Com ele você vai descobrir se a sua inovação trará mais retorno do que custará no final do projeto.

Se o valor do VPL for positivo, você conseguirá gerar lucros. Caso contrário, com um resultado negativo, você fica sem lucro e com prejuízo. E se o valor for nulo (zero), o projeto até entra em equilíbrio nos próximos anos, mas sem o essencial, sem o lucro.

b) Taxa Interna de Retorno (TIR).

É uma taxa extremamente utilizada e que apresenta a rentabilidade de um projeto de investimento.

É a taxa do retorno que vai zerar o Valor Presente Líquido, considerando o valor do dinheiro no prazo indicado.

3) Dimensionar o investimento abaixo do necessário

Se apostar em algo errado dá problema, escolher o certo e não orçar direito também. Você deve estar muito atento e prever todos os itens que irão compor a sua oferta, não somente o desenvolvimento.

Lembre que um produto ou serviço precisará de planejamento, comunicação, treinamento, ações em locais específicos e outros custos que você precisa detalhar.

Isso acontece pois no meio do caminho, quase como em uma reforma da sua casa, vão aparecer mais e mais itens que tirarão o seu orçamento do lugar e sua lucratividade!

Você pode usar uma projeção simples de custos variáveis, impostos e custos fixos (salários, luz, internet) e montar um cenário. Fácil e vai te garantir menos dor de cabeça.

Tudo tem um limite! E você não gasta todo seu dinheiro em algo somente porque gosta, até porque em excesso, tudo faz mal.

4) Falência

Aqui a nossa dica é essencial: saiba parar e avaliar sua saúde financeira diariamente com um bom fluxo de caixa.

Ou seja, a viabilidade econômica e financeira é uma rotina e não uma coisa que você faz e esquece.

Se você não identificar o problema e corrigir em tempo hábil, talvez a inovação que salvaria o seu negócio seja o que vai acabar com ele.

Cuidar da sua saúde financeira antes de algo acontecer é o que vai preparar o terreno para novas e lucrativas ideias.

Nós, da 4C temos uma plataforma de desenvolvimento de produtos que guia empresas para transformar ideias em produtos com sucesso de vendas.

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Como podemos te ajudar?

Nós, da 4C Innovation, somos uma plataforma de desenvolvimento de produtos que guia empresas na implementação de uma cultura de inovação organizacional, transformando ideias em produtos/serviços com viabilidade de mercado.

software de inovação, o CRD, surgiu a partir dos conceitos de transformação digital do MIT, alinhado com anos de experiência em consultorias de inovação.

Tanto que o resultado final foi uma ferramenta de governança de inovação, utilizada como meio para fazer a gestão da transformação de ideias em produtos ou serviços, como implementação de melhorias ou até mesmo com análise de startups.

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Patente de Inovação, como funciona?

Patente de Inovação

Um dos maiores fatores na competição de mercado é a inovação, tanto que já é comum para diversas empresas terem um setor próprio para esse fim, contando muitas vezes com metas de inovações por ano por exemplo.

Para a inovação acontecer de forma contínua na sua empresa, é necessária uma cultura de inovação onde toda a empresa esteja envolvida, e a patente de inovação vem justamente alinhada com esse tema,.

Quando você tem uma cultura de inovação na sua organização, se torna necessário ficar atento ao mercado e proteger a sua inovação através de uma patente, inibindo a concorrência desleal.

Proteger e garantir a exploração comercial de sua inovação é a função de uma patente, no entanto, esse pode ser um dos principais desafios burocráticos e técnicos de qualquer empreendedor.

Por esse motivo, é necessário estar atento ao pedido de patente, pois existem dois tipos e isso pode afetar seus planos. Os modelos permitidos no Brasil são: Patentes de Invenção (PI) e Modelos de Utilidade (MU).

O que é uma Patente de Inovação?

Para o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), patente é um título de propriedade temporária sobre uma invenção ou modelo de utilidade, outorgado pelo Estado aos inventores, autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação.

Com este direito, o inventor ou o detentor da patente tem o direito de impedir terceiros da tentativa de produzir, usar, colocar à venda ou importar o produto ou o processo (bem como o produto do processo patenteado) da sua patente sem o seu consentimento.

Em contrapartida, o inventor se obriga a revelar detalhadamente todo o conteúdo técnico da matéria protegida pela patente.

Com isso, a Patente de Inovação é a modalidade que atende a inovação, ou seja, atende qualquer processo, técnica ou objeto com caráter de inovação.

A patente de Invenção (PI) serve para algo completamente novo que solucione um problema atual e tenha características inovadoras, inventivas e viabilidade industrial.

OBS.: A PI é um título que pertence ao primeiro que o solicite, pelo qual se outorga ao seu titular um direito exclusivo de exploração industrial e comercial durante um período de 20 anos.

E um Modelo de Utilidade?

O Modelo de Utilidade por sua vez, protege um projeto que cria uma melhoria incremental e funcional para algum item já existente e que evoluirá no uso ou na produção fabril.

Ao realizar essa modificação, o novo item deve possuir aplicação industrial e, além disso, uma nova forma ou disposição.

O Modelo de Utilidade (MU) também pode servir como um reforço aos pequenos empresários/inventores. Principalmente aqueles que buscam proteger inovações que tem como base produtos já existentes.

Além disso, o custo inicial e anuidades também são menores do que para patentes de invenção. Um exemplo é o canudinho que tomamos refrigerante ou suco diariamente.

Aquela pequena sanfona, que permite dobrar facilmente o canudo, é um exemplo de MU. Ao adaptar seu uso e ser algo novo, melhorando sua utilização por pessoas em hospitais e portadores de deficiência física, o produto tornou-se mais inovador e diferenciado.

Principais diferenças entre Patentes de Invenção e Modelos de Utilidade

Vale a pena destacar algumas diferenças entre patentes de invenção e modelos de utilidade, sendo a principal delas a duração:

Para as patentes de invenção são 20 anos contados a partir da data de depósito, ou pelo menos 10 anos após a data de concessão.

Já os modelos de utilidade duram 15 anos após da data de depósito ou pelo menos 7 anos após a data de concessão.

Um outro ponto diferencial é que é possível fazer uma mudança de natureza de patente. Através de um requerimento direcionado ao INPI, uma invenção pode se tornar um modelo de utilidade por exemplo.

E vale a pena patentear?

Patentear é essencial e indica como a sociedade e a economia está em crescimento. Por meio de novas patentes, o mercado fica fortalecido e todos saem beneficiados.

A patente é a maneira mais adequada para proteger sua inovação e investimentos em desenvolvimento tecnológico.

Ou seja, além de evidenciar o crescimento local e nacional, garante para você a titulação de propriedade da inovação.

Na prática, ocorre proteção contra cópia ou o uso não autorizado do produto patenteado, incluindo a certeza de retorno financeiro do investimento realizado.

No desenvolvimento de uma melhoria ou inovação com nova tecnologia ou produto, é necessário investir tempo e dinheiro, por isso é essencial proteger a invenção para garantir a exploração adequada, o mundo dos negócios é perigoso, e preservar seu esforço, criatividade, tempo e dinheiro sempre vale a pena.

Uma informação adicional é a de que você também pode requerer a proteção para o seu invento em outros países. Segundo o INPI, é preciso depositar um pedido equivalente no país ou região onde se deseja obter a patente.

Primeiro o pedido deve ser feito para o idioma da região desejada. Após isso, um procurador então é definido para a empresa naquele país.

O procedimento de depósito em diferentes países pode ser simplificado, usando o Tratado de Cooperação de Patentes (PCT), no qual o INPI atua como escritório receptor e realiza busca/exame preliminar.

Gestão de patentes e consultoria profissional

Como foi exemplificado anteriormente, o registro e a proteção de patente é como uma garantia contra o uso não autorizado da sua inovação. Independentemente do perfil ou do tamanho da empresa, a patente se torna necessária para proteção da marca e dos produtos contra a concorrência desleal.

A demanda atual do mercado mundial rompe com os limites locais e nacionais. Por isso, sua empresa precisa estar atenta para a importância do registro de patente como um elemento de competição e diferenciação.

Nós da 4C Innovation, contamos com uma plataforma de desenvolvimento de produtos que fortalece e guia empresas para transformar ideias em produtos com sucesso de vendas e viabilidade de mercado. A metodologia tem inspiração nas estratégias de Gestão da Inovação utilizadas pelo MIT, otimizada para a realidade do Brasil.

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A inovação no dia a dia da sua empresa.

Todo mundo deseja inovar! No dia a dia corporativo, a inovação virou algo tão comum que todas as pessoas podem se tornar inovadoras.

A inovação não ocorre sozinha, para ela ocorrer, ela deve ser considerada um evento da empresa, muitos gestores dizem que ela não ocorre por falta de uma cultura organizacional, mas isso é apenas uma desculpa.

Se para inovar você precisa da sua empresa, algo está errado, a ausência da cultura é um problema que deve ser contornado.

Cultura de inovação

A cultura da inovação no dia a dia da sua empresa, como inovar?

Ao avaliar os itens que mais afetam um projeto de inovação, podemos dividi-los em: escassez de tempo, aversão ao erro e um ambiente que impede novas ideias.

Inovar é fazer algo que ainda não foi feito, isso significa que será um caminho arriscado, não só rodeado de dúvidas, mas também de riscos.

Fica evidente então que compreender o cenário para avaliar as demandas dos clientes, suas ideias, desenvolver projetos e fazer protótipos, são etapas que o processo de inovação vai percorrer.

Sem gestão do tempo para conduzir uma pesquisa, não será possível calcular quanto tempo será alocado pela sua inovação.

Tanto que muitos profissionais, por ausência de gestão, acabam desistindo de ótimas oportunidades, e acabam perdendo tempo em atividades que não agregam valor.

E não esqueça: Sem tempo, não haverá insights!

Como inovar em uma rotina organizacional?

Como inovar em uma organização?

Se na sua empresa existe uma área de inovação, excelente, já temos um começo.

Caso não exista, da mesma forma vamos ajudar em como levar esse assunto para frente.

Uma dica inicial é: compreenda como o ato de inovar é visto internamente. Sabemos que há locais com equipes focadas em criar itens ou processos inovadores, ou o perfil mais comum, quando todos os profissionais devem ser inovadores

Para o grupo focado integralmente e totalmente inovador, o desafio é ter eficiência operacional na gestão do processo de inovação.

O tempo, recurso valioso, já faz parte do pacote da equipe de pesquisadores, gerente de inovação ou até mesmo TI.

Para o segundo grupo é que está o maior desafio: o profissional é parcial na dedicação de inovar.

Então fica claro que alocar pessoas em projetos desafiadores, e o alinhamento de entregas de resultados, certamente influenciam no processo de inovação do profissional.

Como tornar a inovação uma realidade?

Nem sempre os papéis estão claros e fazem sentido, como apresentamos acima.

Claro que a iniciativa começa com você (e sua vontade de fazer diferente), mas uma empresa alinhada irá ajudar no seu processo de inovação e empreendedorismo.

Abaixo indicamos um modelo que vai facilitar seu processo, confira:

1) Tempo para inovar não determinado – Cada profissional irá gerir seu próprio tempo de acordo com o que considerar mais adequado, mesmo que, sem orientação explicita da gestão da empresa.

2) Tempo para inovar estimulado – Cada profissional irá buscar inovar dentro do seu perfil de trabalho, tempo e local.

Nesse caso, a gestão irá indicar a necessidade de inovar, deixando claro que há uma orientação corporativa para isso.

3) Tempo alocado – Cada profissional irá inovar de acordo com a agenda de eventos, feiras, reuniões e locais que debatam a inovação.

4) Tempo demarcado – Cada profissional deverá reservar um período para inovar, entre 10% e 15%, em projetos da empresa ou até mesmo pessoais. Organizações como 3M e Google promovem esse modelo.

O desafio, agora, será indicar qual é o objetivo da sua empresa e qual será a melhor composição de jornada de trabalho para permitir a inovação internamente.

Não basta somente o modelo, há todo um conjunto de indicadores e modelos para avançar em inovação, mas buscar o tempo para isso já é parte da jornada.

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Tanto que o resultado final foi uma ferramenta de governança de inovação, utilizada como meio para fazer a gestão da transformação de ideias em produtos ou serviços, como implementação de melhorias ou até mesmo com análise de startups.

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COMO ME PREPARAR PARA CAPTAR RECURSOS FINANCEIROS PARA INOVAR?

Captar recursos do BNDES ajuda alcançar os objetivos pessoais e empresariais.

Inovar é um processo que exige muita dedicação, planejamento e recursos como tempo e dinheiro. Um dos principais itens que os empreendedores buscam ao inovar é justamente capital para criar, crescer ou expandir suas empresas.

O que vamos falar nesse post é sobre como se preparar para enfrentar essa etapa desgastante que, invariavelmente, todos passam: buscar apoio financeiro. Mas, antes de pensar em captar dinheiro no mercado (ou bancos), será que você está pronto?

O processo de captação de recursos é desgastante e consumirá muito do seu tempo, dentro e fora da empresa.

Depois de organizar sua projeção financeira, ainda terão apresentações, reuniões, planos de negócio e muitos meses para consolidar a melhor opção para o seu negócio. Sem dúvida, com equipes enxutas, qualquer pessoa dedicada também faz falta no dia a dia comercial ou de gestão do seu negócio.

Por isso, uma primeira pergunta que fazemos é: será que é a hora certa?

Vale destacar que convém descobrir até onde sua empresa pode ir sem recursos externos. Se a ideia ou produto ainda não está muito firme, melhor esperar e seguir com as próprias pernas. Caso vá para o mercado, possivelmente o valor conquistado será baixo ou terá uma negociação negativa para o seu bolso.

Muitos querem permanecer pequenos ou crescer organicamente, e isso é ótimo também. Ou seja, respeite sua vontade e seu ritmo. Buscar dinheiro sem ter foco, mercado claro, custos planejados, metas e ROI do negócio é um verdadeiro tiro no pé.

Qual será o valor do dinheiro?

Sim, o valor do dinheiro, você leu certo. Isso porque ao pegar capital, certamente pode ser que você precise diluir sua participação na empresa ou endividar sua família e colocar seus bens em jogo.

Assim como você planeja comprar um imóvel, o estudo da melhor estratégia de busca de recursos é essencial, assim como a melhor forma de se proteger caso algo não vá como o planejado. E vamos ajudar nos próximos posts, conte conosco.

Mas por agora, tenha entendimento do seu estágio como empresa e aprenda sobre as diversas fontes de capital. Como dica, fale com outros empreendedores e entenda o que acertaram e o que erraram ao buscar o mesmo que estás buscando agora, tudo antes de ir captar oficialmente dinheiro.

Ok, quais recursos devo prever?

Um item que parece simples, mas muitos esquecem. Se a sua opção será buscar dinheiro, lembre que do outro lado terá um investidor, que pode ser um amigo, banco ou um fundo de investimento. Você precisa provar o motivo, como e onde o valor será investido.

E, claro, o retorno previsto disso. Terá um novo time comercial, marketing, mídia ou até capital de giro? Demonstre tudo com clareza e coloque sua energia nisso. Nessa etapa, ao consolidar as informações, você precisa comprovar que o dinheiro investido na sua ideia ou inovação será um sucesso.

E o valor que precisarei buscar?

Antes de ir buscar uma opção, aprenda a criar e prever cenários. Do otimista ao pessimista. Quanto você cresceria, inclusive, sem recursos?

Quando entrar um investidor, por exemplo, ele irá querer a participação no faturamento, por isso esteja preparado para elevar seu desempenho e, com isso, acelerar muito as coisas. Estime, alinhe e valide esses cenários com quem for entrar no negócio.

E receberia tudo de uma só vez?

É um item delicado de prever, já que cada forma de captar recursos possui uma particularidade e, claro, cada ideia ou produto acelerado é único.

Você precisará compreender tudo sobre a opção escolhida e projetar como e quando gastar o dinheiro. A velocidade disso será sua responsabilidade. Será que gastando mais rápido, mais clientes serão atraídos?

Quando começa o retorno desse custo inicial? Quanto tempo seu caixa suporta de aportes de investimento sem retorno? Essas são perguntas que precisam de definições e ajudam no fluxo a ser definido.

Com seu planejamento e organização das finanças, ficará mais fácil seguir o rumo de sucesso na captação de recursos.

Tenha os dados e informações na cabeça e estude muito, porque certamente testarão seus conhecimentos. Em um dos próximos materiais abordaremos tipos de opções de recursos que sua iniciativa poderá buscar.

Tenha os dados e informações na cabeça e estude muito, porque certamente testarão seus conhecimentos. Em um dos próximos materiais abordaremos tipos de opções de recursos que sua iniciativa poderá buscar.

Nós, da 4C Innovation, somos uma empresa com foco na implantação do processo de inovação, execução do projeto e o apoio na busca de recursos de fomento. Confira o nosso modelo que leva o empreendedor dentro dessa jornada de inovação, o conduzindo dentro de questões importantes como mercado, tecnologia e as finanças de seu projeto. Com isso o projeto do produto é iniciado com informações fundamentais para o sucesso, tornando realidade o seu sonho!

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APRENDER A CAPTAR RECURSOS É ESSENCIAL PARA INOVAR

aprenda captar recursos

Inovar não é um item que consiste somente em ter ideias que rompem mercados e causam um efeito de espanto nas pessoas. Ser inovador no dia a dia pode envolver novos sistemas, equipamentos e até processos dentro da sua empresa.

Mas, uma coisa conecta ambos os mundos, do empreendedor ao gestor corporativo, a necessidade de conseguir investimento com baixo custo.

O cenário atual está favorável ao desenvolvimento científico e tecnológico com o objetivo de disseminar a inovação no Brasil. Ao compreender o seu próprio objetivo, ficam disponíveis algumas opções de fomento, como a concessão de incentivos fiscais, subvenções econômicas, instrumentos de financiamento e capacitação de recursos humanos.

Você pode buscar canais normais, como os bancos comerciais, mas certamente são locais mais caros e que compreendem menos os efeitos de uma inovação.

A busca por recursos financeiros é estratégica

Uma boa opção são os bancos de fomento, no caso, um dos principais é o FINEP, com linhas de crédito e programas específicos para apoiar atividades e programas P&DI das empresas inovadoras no mercado brasileiro.

Há uma crença de que o Governo não ajuda, mas isso não pode mais ser considerado a regra ou um padrão. Assim, nos últimos anos, as mais diversas esferas governamentais alteraram os seus marcos legais e ampliaram os mecanismos de fomento à inovação nas empresas, como os financiamentos e subvenções.

A inovação é a base das novas economias mundiais. Por meio dela temos um eixo relevante que agrega em valor tecnológico aos processos, produtos e mercado para as mais diversas organizações empresariais.

A vantagem competitiva da inovação é tema de outros materiais, certamente, mas é relevante levantarmos que por meio um plano consistente temos uma estratégia de diferenciação que precisa de sustentabilidade e tempo para entregar resultados.

Dicas básicas para busca de fomento

E, nesse contexto, a utilização de fomento oficial para dar vazão aos planejamentos financeiros (e, claro, sustentar novas ideias) auxilia que projetos sobrevivam e criem mais participação em novos mercados, gerando não somente mais receita e lucros, mas abrangendo ainda funções sociais como emprego, renda e movimentação econômica.

Ao decidir que buscará captação de recursos, alguns pontos são essenciais, como:

  • Tenha um projeto bem escrito, explicando como a inovação requerida é benéfica para o seu negócio (sim, um sistema ERP é considerado inovação e entra nesse tipo de fomento).
  • Mantenha sua documentação fiscal (balanço e DRE) em dia. Assim como a documentação societária.
  • Analise os editais e pré-requisitos para apresentar o mecanismo que mais se adeque às atividades e à realidade das empresas.
  • Identifique e faça um mapeamento das oportunidades de financiamento no Brasil.
  • Esteja ciente dos parceiros tecnológicos para a realização de projetos (ICT/Universidades).
  • Refine o projeto (como dissemos, deixar bem redigido é essencial) e submeta o projeto de demanda de financiamento/subvenção.
  • Seja eficiente na gestão e no monitoramento dos projetos durante a prestação de contas à respectiva fonte de fomento.

Modelos de fomento

Para facilitar sua vida em relação aos mecanismos de apoio financeiro a inovação, os mesmos podem ser divididos entre dois tipos: apoio indireto e apoio direto. De forma mais simples, a divisão fica mais clara conforme abaixo:

Indireto: baseado em incentivos fiscais (redução da carga tributária da pessoa jurídica), como na Lei do Bem, a Lei da Informática e o Rota 2030.

Direto: recursos financeiros diretos, como financiamentos e empréstimos realizados pelos agentes governamentais, que podem ser subdivididos em financiamentos reembolsáveis e não reembolsáveis, e recursos humanos para PDI&E.

Os recursos não reembolsáveis geralmente são disponibilizados em âmbito federal, por meio de chamadas sob forma de Subvenção Econômica (como o edital Sesi Senai de Inovação). Os recursos reembolsáveis são empréstimos com excelentes condições, como no caso dos concedidos pela Finep.

Os incentivos para inovação

No mercado atual, inovar não é somente um diferencial, mas um requisito de sobrevivência. Com uma inovação e um projeto estruturado é possível gerar vantagem competitiva e desbravar novos caminhos e conquistas. Mas, como todos sabem, os caminhos de acesso os recursos financeiros que podem facilitar esse caminho nem sempre estão claros, ou melhor, acessíveis.

Há uma sensação de falta de conteúdo e até falta de verba para muitos dos empreendedores e empresas que estão trabalhando com inovação. Por mais que pareça difícil, o Brasil caminha rapidamente na evolução de mais incentivos financeiros para desenvolvimento de inovação e tecnologia.

Nós, da 4C Innovation, somos uma empresa com foco na implantação do processo de inovação, execução do projeto e o apoio na busca de recursos de fomento. Confira o nosso modelo que leva o empreendedor dentro dessa jornada de inovação, o conduzindo dentro de questões importantes como mercado, tecnologia e as finanças de seu projeto. Com isso o projeto do produto é iniciado com informações fundamentais para o sucesso, tornando realidade o seu sonho!

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AS COMPETÊNCIAS QUE TODO INOVADOR DEVE TER

competências inovador

O desafio de evoluir como profissional faz parte do dia a dia de empreendedores. A criatividade é uma competência que permite o desenvolvimento de ideias inovadoras, vamos buscar apontar as competências que formam os principais destaques no mercado atual da inovação.

Ao pensar em inovação, as pessoas buscam referências mundiais como Google, Apple, 3M e esquecem que elas podem ser inovadoras nas suas competências diárias. Empresas mundiais criam inovações que mudam o mundo, como um avião, carro ou computador. Mas, dentro do universo das inovações, podemos prever que 99% são pequenas ou incrementais, que ocorrem no dia a dia. São as pequenas mudanças do cotidiano, que com muito planejamento, transformam sua empresa e sua mentalidade. Aquela sua ideia aplicada na rotina do seu trabalho e que permitiu um ganho de produtividade não deixa de ser inovação.

Mas, como ser mais inovador? Separamos algumas dicas para ajudar você a tornar-se ainda mais inovador.

Como me tornar inovador?

Um dos desafios de qualquer empresa ou empreendedor é justamente começar. Mostrar sua ideia para um amigo, não vale, ok? Convém destacar que em uma empresa é essencial que os líderes sejam facilitadores e transformadores para viabilizar um modelo de gestão da inovação. Ser inovador está muito mais vinculado ao processo do que ao lado criativo!

A prática diária irá elevar a sua habilidade e, assim, sua capacidade de gerar novas ideias e executá-las. Falando parece muito mais fácil do que é na prática, não é?

Antes de continuarmos, vamos somente deixar claro o que é inovação!

Inovação pode ser classificada como toda nova ideia aplicada em processos e produtos que são desenvolvidos e geram resultados econômicos para os envolvidos. Uma inovação, além de produtos, também pode ser o desenvolvimento de novos métodos, novos processos, novas formas de organização de trabalho, abertura de novos mercados e a criação de novas fontes de geração de renda.

Agora que já está mais claro o que é inovação, fica ainda mais evidente que uma inovação não acontece do dia para a noite. O mundo está repleto de pessoas com ideias brilhantes mas que não as tiram do papel.

 “O mundo precisa de sonhadores e o mundo precisa de fazedores. Mas, acima de tudo, o mundo precisa de sonhadores que fazem.”  Sarah Ban Breathnach

Porém inovação não é algo simplesmente novo. É algo novo que traz resultados para a empresa. Mais do que isso, é preciso separar inovação de melhoria.

Trabalhar em um ambiente inovador é motivador porque os indivíduos percebem seu crescimento e buscam superar as barreiras com mais criatividades. Uma empresa inovadora valoriza os talentos e, com isso, respondem mais rapidamente ao mercado com novas ideias, projetos e clientes mais satisfeitos. Seu desafio com a gestão de competências que indicamos nesse documento é o de conseguir configurar um ambiente que replique seu comportamento e repita o modelo de inovação com fluxo continuo, estruturado e gerenciável.

As competências no seu DNA

Nossas dicas de competências são referenciadas na obra escrita pelo guru da inovação, Clayton M. Christensen, com colaboração de Hal Gregersen e Jeff Dyer: DNA do Inovador. Nela, os autores explicam em detalhes como desenvolver as cinco competências fundamentais para ser um profissional inovador.

Segundo o livro, apesar de existir um “DNA” da inovação, qualquer pessoa pode desenvolver as habilidades que permitem pensar de forma inovadora. Christensen ilustra com exemplos reais que é possível mudar a essência de uma pessoa para que se torne mais do que um executor.

Christensen (eleito pelo Thinkers 50 o mais influente pensador vivo do management mundial) demonstram como qualquer pessoa pode desenvolver essas cinco habilidades, necessárias para se tornar um inovador. As dicas fazem parte do resultado de oito anos de pesquisas e entrevistas com quase 1.000 executivos e empreendedores de sucesso em empresas como Apple, Amazon e Google.

Mas quais são as habilidades que diferenciam os inovadores dos profissionais comuns?

Associar

A arte de associar é um diferencial e faz muito sentido como habilidade. Poder enxergar um segmento e aplicar em outro é algo utilizado para inovar. Henry Ford utilizou sua experiência em uma empresa de alimentos para criar a linha de montagem dos primeiros da sua montadora de carros. Ou seja, o desafio é ligar de forma simples e prática diferentes perspectivas, problemas e ideias para atingir um resultado novo e positivo.

Questionar

Quem não questiona, não evolui. Ou pior, torna-se meramente um executor. Ao fazer boas perguntas, você sai da zona de conforto e cresce. Os inovadores são os que fazem mais perguntas e nunca estão satisfeitos com a performance. Afinal, tudo sempre pode ser melhorado. Você pode começar com o básico: Por que fazemos isso? Como ser mais rápido e manter a qualidade? Por que nunca fizemos de forma diferente? Desafie o senso comum.

Observar

Prestar atenção nos detalhes fará, inclusive, que você faça perguntas melhores. E, com isso, inove! Ouvir clientes, compreender a cultura da empresa e alterar para evoluir será seu papel como observador. Não adianta sair correndo para apagar um incêndio sem compreender sua causa.

Trabalhar em rede / networking

Para pensar fora dos seus limites, muitas vezes será necessário interagir com pessoas das mais diversas áreas e atividades do conhecimento. E, um dos principais benefícios de um mundo conectado é justamente a possibilidade de trabalhar em rede. Um ponto de vista não explorado ou um insight de um colega de outra parte do mundo pode ser extremamente útil para uma inovação. Gerações diferentes, conhecimentos diversos em um mix cultural fará bem para você e para a sua empresa. Ao trabalhar em rede, o profissional também exerce habilidades de negociação e de resiliência.

Experimentar

Um ponto essencial em inovação é justamente a capacidade de experimentar e, com isso, evoluir. Vale errar, sim mas há meio de errar de forma inteligente, corrigindo rápido e ajustando seu projeto com isso. O principal desafio da inovação é compreender, achar o erro um fracasso é limitar o seu sucesso. Inovação precisa de testes e experiências. Como ocorre em qualquer pesquisa, uma ideia ou projeto nem sempre alcança o mercado, mas sempre entregará algum retorno de conhecimento.

Planejamento, avaliação de cenário, protótipo, teste de mercado e lançamentos de itens inédito demandam custos que podem não trazer retorno. Somente inova quem erra!

Em muitos casos, a tão famosa inovação estava dentro de casa e faltou olhar com mais carinho para os próprios profissionais, como você!

Descobrir novos remédios, desenhar e investir em algo radicalmente novo, projetar um produto inovador e testar a reação do público num novo mercado são tarefas que pedem por erros inteligentes. Experimentar permite coletar dados sobre o comportamento esperado no futuro.

Execução com retorno na prática

O dia a dia poderá consumir sua rotina, por isso, além dos itens acima, um profissional inovador contempla ainda as capacidades de: analisar, planejar, ver detalhes e regular o tempo.

Analisar demanda optar e ver os dados para decisões orientadas. O planejamento requer mapear e buscar metas com foco claro dos objetivos. Os detalhes estão nos refinamentos e nas revisões dos itens validados ao longo do seu processo de inovação. E, por fim, ajustar seu tempo é conseguir gerenciar a agenda e buscar cumprir seu planejamento ou cronograma!

A rotina com base nos itens acima, certamente garantirá sua capacidade de gerar inovações e transformar em itens de execução com retorno tangível.

Como dica extra, o livro sobre o DNA dos inovadores ainda traz um teste para você calcular o seu DNA inovador.

Os 4C da Inovação

Para nós, um modelo de competências é o que forma o modelo 4C de criação de inovação, porque inovar envolve mais do que somente criar, mas envolve planejar, testar e experimentar coisas novas. Conhecer os diferenciais e competências permite criar times de mais performance e sucesso.

Curiosidade

A curiosidade é o elemento básico da inovação e é a partir dela que o processo de desenvolvimento começa. Senão pela curiosidade, nós não conseguiríamos entender o mundo que nos rodeia e unir os recursos para gerarmos um novo elemento. Os 5 sentidos são indispensáveis para a busca de informações. Este processo inicia no nascimento e nos acompanha por toda a vida, sendo um item essencial na sua busca por competências em inovação.

Criatividade

A criatividade é uma forma de pensamento em que paramos de absorver informações e começamos a processar e encontrar conexões entre os elementos disponíveis aos nossos sentidos para transformar em ideias para que nosso o dia a dia seja mais fácil. O resultado direto da criatividade são as ideias. Todos possuem criatividade e, como em qualquer caso, ela deve ser estimulada diariamente.

Cálculo

O cálculo é a forma como mensuramos tudo na natureza. Quando uma ideia é robusta o suficiente para resolver todos os elementos de determinado problema ela passa a ser uma inovação. Porém, uma inovação não é útil se não for viável economicamente.

A forma de transformá-la em algo quantificável ocorre por meio do cálculo de sua estrutura, investimento, custo e do seu possível resultado. Com este conhecimento aplicado teremos inovação na prática, pronto para ser comercializado. Um item que você consegue ajustar e aprender com exercício no seu cotidiano.

Comercialização

Para a inovação de valor concluir seu destino, ela deve passar pelo processo de preparação do produto para a venda e a venda em si, mediante o correto planejamento e preparo. O conceito amplo de comercialização é de aplicar modelos de negócio para gerar resultados econômicos.

Ao perceber que você pode melhorar sua performance e compreender seus diferenciais como profissional e pessoa, a inovação será uma consequência. Transformar ideias em um produto ou serviço dependerá da sua capacidade de desenvolvimento e sua gestão para empreender com sucesso. Inovar requer um método e o desenvolvimento de múltiplas habilidades e competências.

Uma dica final é que você também pode realizar um diagnóstico de inovação para reduzir os riscos no lançamento de seus produtos. Esta é a melhor forma de apresentação da visão geral do seu projeto ou produto. A partir dela você define um roteiro que vai auxiliar na decisão de itens essenciais (e alguns até esquecidos).

É essencial que o cenário indicado seja compartilhado entre os sócios e participantes do projeto e, mais do que isso, seja realmente avaliado entre todos para que as mudanças possam ocorrer na prática. Alguns itens podem estar evitando o seu crescimento e, no futuro, afetarão o sucesso da sua ideia, produto ou projeto em serviços.

E você, ainda tem algum mito que queira discutir? Mande pra gente! Fale conosco e agende uma reunião para iniciar seu processo de inovação!

ENTENDER O MERCADO RESULTARÁ MAIOR PROBABILIDADE DE VENDAS DE SUA INOVAÇÃO

entender mercado

Quem nunca presenciou alguém defendendo uma ideia de um produto como se fosse um filho?

O criador fica tão apaixonado pela ideia, que passa a não enxergar os impactos negativos, ao ter uma ideia e conceber um produto acreditarmos que 100% das necessidades do consumidor estão atendidas, o que nem sempre é verdadeiro.

A tendência natural é pensar no produto e não no que o mercado precisa e está disposto a comprar.

A importância de entender o mercado

Quando desenvolvemos o modelo de negócio antes do produto reduzimos o risco mercadológico, estruturando uma estratégia específica e ações para que as chances de aceitação no mercado sejam maiores. Com isso a energia em desenvolvimento de produtos possa ser dedicada para geração de valor para o cliente e caixa para o pequeno e microempresário.

A criação do produto deve atender o mercado alvo

Após uma necessidade percebida a curiosidade leva ao descobrimento de que não há produtos no mercado para atendê-la. Então promove-se um projeto de produto acreditando que ele vai resolver o problema do empresário.

A ideia pode ser boa, mas se o produto não for direcionado para uma situação que o mercado aceita e paga, inovar se tornará um problema. Descobrir esse problema somente depois do produto lançado, com investimento nos processos produtivos, logística e marketing, dói muito no bolso!

Para tentar resolver esse problema muitas vezes a empresa investe ainda mais, se dedicando a otimizar o produto, reduzir os custos e expandir o público alvo. Infelizmente essas ações nem sempre trazem resultados esperados, aumentando ainda mais os prejuízos.

Um produto que atende a necessidade do mercado certamente terá mais sucesso.

Certamente seu produto posicionado no mercado será muito mais assertivo quando se opta por conhecer o mercado antes mesmo de desenvolver o produto.

É crucial entender se a necessidade identificada é a mesma de muitos e também buscar saber o quanto o mercado pagaria por uma determinada solução.

Com essa abordagem se reduz o risco de mercado, adequando as características do produto como design, custo e preço, em conformidade com a necessidade dos potenciais clientes.

A ideia pode ser boa, mas se o produto não for direcionado para uma situação que o mercado aceita e paga, inovar se tornará um problema.

Caso a ideia não seja financeira ou tecnicamente viável, a perda é muito baixa, pois consiste somente no tempo das pessoas envolvidas na atividade de desenvolvimento do novo produto.

Se o projeto for viável as informações anteriores definem a estratégia do produto e vão guiar o projeto de forma que, após o lançamento do produto, o mesmo passe a ser desejado e comprado.

Isto garantirá que a empresa obtenha o retorno do investimento e significativo lucro. Neste caso temos um círculo positivo onde a inovação passa a financiar outros projetos de produtos inovadores.

Lançar um produto que não atende o mercado poderá inibir futuras inovações dentro da empresa, pois inovar passa a custar muito caro. A empresa pode começar a criar uma cultura que inovar lançando produto é ruim, pois gera prejuízo gerando um círculo negativo – menos lançamento, mais commodity e menos lucro.

O Desenvolvimento de Produtos deve ser uma rotina na sua empresa. Nós auxiliamos os empresários no desenvolvimento de seus produtos através da aplicação de uma metodologia avançada de desenvolvimento de produtos.


Caso tenha interesse em conhecer mais sobre como aplicar sua metodologia de produtos, agende uma reunião com a gente.