DESCUBRA A IMPORTÂNCIA DA GESTÃO DA INOVAÇÃO PARA SUA EMPRESA

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Importância da Gestão da Inovação para a sua empresa

Inovar não é mais uma palavra da moda. É uma necessidade para qualquer empresa, do MEI ao gestor de multinacional. Se falar sobre inovação não é mais novidade, precisamos alinhar os conceitos para avançarmos no que é diferencial: a gestão da inovação.  

Inovar é para todos os portes de empresas. Porém, uma coisa é essencial: foco e planejamento desde o início. Uma inovação pode, inclusive, mudar toda a história da sua vida ou da sua empresa, seja ela pequena ou grande. Empresas como Apple, Nike, NetflixAmazon e Spotify não surgiram por acaso. 

Inovação pode ser colocada como toda nova ideia aplicada em processos e produtos que são desenvolvidos e geram resultados econômicos para os envolvidos. Isso deixa claro que inovação não é invenção, que também é uma ideia, porém sem retorno financeiro.  

Uma inovação não é somente um produto, podendo ser também o desenvolvimento de novos processos, novos métodos, novas formas de organização de trabalho, abertura de novos mercados e a criação de novas fontes de geração de renda e lucro. 

Resumindo para você: inovação é quando a sua ideia atende às necessidades e expectativas do mercado ou do cliente e precisa ser viável economicamente, garantindo retorno financeiro com sustentabilidade. A inovação é o impulso que mantém o capitalismo e o mercado em movimento.  

Para nós, inovar é conseguir transformar uma ideia em lucro. E isso já é um grande desafio. 

A inovação nas empresas é o mecanismo gerador de diferenciação no mercado. Para que sua empresa alcance mais competitividade, ela demanda recriar processos e ajustar diariamente serviços e produtos. Inovar não ocorre do dia para a noite e sua empresa necessitará de método e capacitação. Ok, sabemos que isso não é necessariamente novidade. Mas como ir além desse discurso?  

Uma grande quantidade de gestores diz que compreende o que é inovação, mas a gestão interna da empresa é precária e não permite avançar internamente. Para que o resultado da inovação ocorra é necessário investir na gestão desse processo. Mas o que é?  

O processo de inovar depende de pessoas, estratégias, processos e recursos. Esses itens alinhados permitem desbloquear seu potencial de inovação e colocar projetos em pauta e garantir um cenário real e lucrativo. É essencial para sua empresa o uso de métodos, processos e ferramentas para dar suporte à inovação. Sem isso, é como trilhar por caminhos desconhecidos sem dominar o veículo escolhido ou saber a rota.  

Com algumas das nossas dicas de gestão da inovação, alguns processos como a identificação de oportunidades internas e mercados externos, além de processos e sugestões financeiras ficarão mais claros para sua organização gerar novos projetos. A gestão de inovação permite que a empresa aperfeiçoe seus processos a partir de ideias inovadoras e entregue produtos/serviços de forma otimizada, sem a necessidade de retrabalho.  

Desenvolver um modelo de inovação organizacional é essencial para conquistar maior competitividade no mercado e gerar vantagem competitiva. Porém, vale ressaltar que o processo de inovação é difuso, repleto de dúvidas e oportunidades. Ele exige um trabalho disciplinado e periódico para que consiga gerar os resultados esperados.  

Nós vamos dividir o processo em quatro blocos de gestão que devem ser base do seu processo:  

1. Tenha um modelo de gestão 

Você irá precisar de métodos, processos, modelos e ferramentas que permitam suporte ao seu projeto de inovação. O modelo de gestão contempla a ideia, o planejamento, a gestão do projeto, o plano de marketing e o comercial, além do lançamento inicial e toda o caminho do seu sonho aos itens que envolvam a captação financeira. A 4C atua com diversos modelos e participa desde a concepção do projeto, por exemplo.  

Ao ter uma ferramenta de inovação, você e sua empresa poderão identificar as oportunidades internas e externas de inovação, além de acompanhar as tecnologias mais adequadas, os fluxos de criação e, claro, compreender melhor o mercado. A gestão não é burocracia para inovar, mas a principal forma de acertar e evoluir sem tanta “dor”. Por meio dela, os processos internos são aperfeiçoados e é formado o ambiente para inovar, criando um fluxo de criatividade eficiente. 

Um bom exemplo é a gigante Amazon. Com mais de 1,5 bilhão de itens disponíveis para venda em seu catálogo quase mundial, a empresa prossegue com preços competitivos e uma operação logística exclusiva. A empresa somente consegue esses diferenciais porque sua gestão é um exemplo de persistência e usa a inovação diariamente, principalmente na coleta e tratamento de todas as informações coletadas nos seus múltiplos canais como site, redes sociais e lojas.  

Na Amazon, a captação de dados é convertida em estratégia que busca prever o que e quando oferecer novos produtos ou serviços aos seus consumidores, como nos atuais chamados processos de Growth Hacking. 

2. Criatividade com produtividade 

Ter criatividade não significa ser produtivo. E, muito menos, ser inovador. Mas inovar e criar estão juntos. Por isso, seu fluxo de gestão de inovação deve prever e criar os insights, novos desenhos e projetos. Ousar, empreender, errar e começar do zero novamente devem ser itens essenciais no seu dia a dia. O processo de gestão da inovação deve contemplar essa fluidez entre ter a ideia, criar e inovar.  

3. Pessoas e produtividade 

Ao ter a gestão alinhada ao projeto, os profissionais irão, de forma organizada, elevar a produtividade. Não será automático, certamente, mas a melhor otimização das atividades e o alinhamento estratégico de demandas e orientações irá ajudar. A disciplina e o trabalho que siga cerimônias formais, por mais que não pareça inovador, será um diferencial.  

Os times ao entenderem e conhecerem sua cultura e seus valores, pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades, conseguirão executar a sua estratégia de inovação com ainda mais dedicação.  

4. Competitividade e lucratividade  

Ser competitivo é premissa de qualquer empresa, da local ao grupo multinacional. E, o diferencial é a inovação. Ao ter um fluxo definido de gestão da inovação, sua startup, microempresa, média ou grande empresa pode pesquisar o mercado de forma sistemática, identificar as necessidades e anseios dos clientes, além de efetivamente atender e ouvir desejos não ditos desses mesmos usuários, superando e surpreendendo o mercado.  

O ciclo de vida de um produto está mais curto e, com isso, o investimento em tempo e pesquisa precisa convertido em itens ainda mais lucrativos. Seguindo essa lógica, ao elevar a performance do trabalho dos times e criar produtos e serviços inovadores, sem dúvida, ao ajustar seu time comercial novas vendas, mais lucro e sucesso estarão em crescimento ou mais próximos. Gerir a inovação aproxima a sua empresa do sucesso comercial e do retorno financeiro positivo. 

Gestão da Inovação. Mas como colocar no dia a dia? 

Como levantamos, o fluxo do processo de inovação é constante e ágil. Por falar em ágil, a gestão Agile é o referencial do Spotify. Um processo único que envolve muita comunicação, integração e evolução constante. A empresa hoje possui a sede em Londres, e há grupos de desenvolvimento de produto em Estocolmo, Nova York e São Francisco, distribuídas em mais de 30 equipes. Ou seja, inovar não depende da estrutura física, mas da gestão.  

Uma dica de atividade que promove a inovação na empresa ocorre nos “hack days”, quando os colaboradores apresentam estudos feitos no 10% de tempo livre que a empresa permite para que seja usado em pesquisa e desenvolvimento individual. Com isso, os profissionais devem desenvolver e compartilhar com os amigos e colegas as novas ideias.  

Para atingir sucesso nesse processo de gestão, tente investir em acompanhamento, atualização e ajustes de rota sempre que puder. Monitore com uma coleta estruturada de dados cada passo da sua evolução, aprendendo com erros e acertos. 

Promova a adequação dos times se precisar (pessoas), reforce com comunicação o foco do seu projeto de inovação, aumente sua eficácia e promova de forma correta os recursos e disponibilidade de dinheiro e tempo para que a inovação seja sistematizada e avance não como uma aventura de negócios porque sua ideia parecia boa.  

Assim, para definirmos de forma final a gestão de inovação, é essencial termos claro que ela é a base de mudança do mundo corporativo atual e vai garantir a diferenciação do seu negócio, novos mercados, bem como aumento de produtividade e redução de custos. A gestão da inovação deve contribuir para alavancar os resultados e o crescimento de uma organização gerando valor internamente e externamente. 

Nós, da 4C Innovation, somos uma empresa com foco na implantação do processo de inovação, execução do projeto e o apoio na busca de recursos de fomento. Você quer saber mais sobre o método de desenvolvimento de produtos? Confira o nosso modelo que leva o empreendedor dentro dessa jornada de inovação, o conduzindo dentro de questões importantes como mercado, tecnologia e as finanças de seu projeto. 

Com isso o projeto do produto é iniciado com informações fundamentais para o 

Sucesso, tornando realidade o seu sonho! 

 

Gostou do nosso texto? Continue lendo nossos materiais, assistindo aos vídeos para ter ainda mais conteúdo sobre inovação para sair do papel e conquistar seu mercado. 

AS COMPETÊNCIAS QUE TODO INOVADOR DEVE TER

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O desafio de evoluir como profissional faz parte do dia a dia de empreendedores. A criatividade é uma competência que permite o desenvolvimento de ideias inovadoras, vamos buscar apontar as competências que formam os principais destaques no mercado atual da inovação.

Ao pensar em inovação, as pessoas buscam referências mundiais como Google, Apple, 3M e esquecem que elas podem ser inovadoras nas suas competências diárias. Empresas mundiais criam inovações que mudam o mundo, como um avião, carro ou computador. Mas, dentro do universo das inovações, podemos prever que 99% são pequenas ou incrementais, que ocorrem no dia a dia. São as pequenas mudanças do cotidiano, que com muito planejamento, transformam sua empresa e sua mentalidade. Aquela sua ideia aplicada na rotina do seu trabalho e que permitiu um ganho de produtividade não deixa de ser inovação.

Mas, como ser mais inovador? Separamos algumas dicas para ajudar você a tornar-se ainda mais inovador.

Como me tornar inovador?

Um dos desafios de qualquer empresa ou empreendedor é justamente começar. Mostrar sua ideia para um amigo, não vale, ok? Convém destacar que em uma empresa é essencial que os líderes sejam facilitadores e transformadores para viabilizar um modelo de gestão da inovação. Ser inovador está muito mais vinculado ao processo do que ao lado criativo!

A prática diária irá elevar a sua habilidade e, assim, sua capacidade de gerar novas ideias e executá-las. Falando parece muito mais fácil do que é na prática, não é?

Antes de continuarmos, vamos somente deixar claro o que é inovação!

Inovação pode ser classificada como toda nova ideia aplicada em processos e produtos que são desenvolvidos e geram resultados econômicos para os envolvidos. Uma inovação, além de produtos, também pode ser o desenvolvimento de novos métodos, novos processos, novas formas de organização de trabalho, abertura de novos mercados e a criação de novas fontes de geração de renda.

Agora que já está mais claro o que é inovação, fica ainda mais evidente que uma inovação não acontece do dia para a noite. O mundo está repleto de pessoas com ideias brilhantes mas que não as tiram do papel.

 “O mundo precisa de sonhadores e o mundo precisa de fazedores. Mas, acima de tudo, o mundo precisa de sonhadores que fazem.”  Sarah Ban Breathnach

Porém inovação não é algo simplesmente novo. É algo novo que traz resultados para a empresa. Mais do que isso, é preciso separar inovação de melhoria.

Trabalhar em um ambiente inovador é motivador porque os indivíduos percebem seu crescimento e buscam superar as barreiras com mais criatividades. Uma empresa inovadora valoriza os talentos e, com isso, respondem mais rapidamente ao mercado com novas ideias, projetos e clientes mais satisfeitos. Seu desafio com a gestão de competências que indicamos nesse documento é o de conseguir configurar um ambiente que replique seu comportamento e repita o modelo de inovação com fluxo continuo, estruturado e gerenciável.

As competências no seu DNA

Nossas dicas de competências são referenciadas na obra escrita pelo guru da inovação, Clayton M. Christensen, com colaboração de Hal Gregersen e Jeff Dyer: DNA do Inovador. Nela, os autores explicam em detalhes como desenvolver as cinco competências fundamentais para ser um profissional inovador.

Segundo o livro, apesar de existir um “DNA” da inovação, qualquer pessoa pode desenvolver as habilidades que permitem pensar de forma inovadora. Christensen ilustra com exemplos reais que é possível mudar a essência de uma pessoa para que se torne mais do que um executor.

Christensen (eleito pelo Thinkers 50 o mais influente pensador vivo do management mundial) demonstram como qualquer pessoa pode desenvolver essas cinco habilidades, necessárias para se tornar um inovador. As dicas fazem parte do resultado de oito anos de pesquisas e entrevistas com quase 1.000 executivos e empreendedores de sucesso em empresas como Apple, Amazon e Google.

Mas quais são as habilidades que diferenciam os inovadores dos profissionais comuns?

Associar

A arte de associar é um diferencial e faz muito sentido como habilidade. Poder enxergar um segmento e aplicar em outro é algo utilizado para inovar. Henry Ford utilizou sua experiência em uma empresa de alimentos para criar a linha de montagem dos primeiros da sua montadora de carros. Ou seja, o desafio é ligar de forma simples e prática diferentes perspectivas, problemas e ideias para atingir um resultado novo e positivo.

Questionar

Quem não questiona, não evolui. Ou pior, torna-se meramente um executor. Ao fazer boas perguntas, você sai da zona de conforto e cresce. Os inovadores são os que fazem mais perguntas e nunca estão satisfeitos com a performance. Afinal, tudo sempre pode ser melhorado. Você pode começar com o básico: Por que fazemos isso? Como ser mais rápido e manter a qualidade? Por que nunca fizemos de forma diferente? Desafie o senso comum.

Observar

Prestar atenção nos detalhes fará, inclusive, que você faça perguntas melhores. E, com isso, inove! Ouvir clientes, compreender a cultura da empresa e alterar para evoluir será seu papel como observador. Não adianta sair correndo para apagar um incêndio sem compreender sua causa.

Trabalhar em rede / networking

Para pensar fora dos seus limites, muitas vezes será necessário interagir com pessoas das mais diversas áreas e atividades do conhecimento. E, um dos principais benefícios de um mundo conectado é justamente a possibilidade de trabalhar em rede. Um ponto de vista não explorado ou um insight de um colega de outra parte do mundo pode ser extremamente útil para uma inovação. Gerações diferentes, conhecimentos diversos em um mix cultural fará bem para você e para a sua empresa. Ao trabalhar em rede, o profissional também exerce habilidades de negociação e de resiliência.

Experimentar

Um ponto essencial em inovação é justamente a capacidade de experimentar e, com isso, evoluir. Vale errar, sim mas há meio de errar de forma inteligente, corrigindo rápido e ajustando seu projeto com isso. O principal desafio da inovação é compreender, achar o erro um fracasso é limitar o seu sucesso. Inovação precisa de testes e experiências. Como ocorre em qualquer pesquisa, uma ideia ou projeto nem sempre alcança o mercado, mas sempre entregará algum retorno de conhecimento.

Planejamento, avaliação de cenário, protótipo, teste de mercado e lançamentos de itens inédito demandam custos que podem não trazer retorno. Somente inova quem erra!

Em muitos casos, a tão famosa inovação estava dentro de casa e faltou olhar com mais carinho para os próprios profissionais, como você!

Descobrir novos remédios, desenhar e investir em algo radicalmente novo, projetar um produto inovador e testar a reação do público num novo mercado são tarefas que pedem por erros inteligentes. Experimentar permite coletar dados sobre o comportamento esperado no futuro.

Execução com retorno na prática

O dia a dia poderá consumir sua rotina, por isso, além dos itens acima, um profissional inovador contempla ainda as capacidades de: analisar, planejar, ver detalhes e regular o tempo.

Analisar demanda optar e ver os dados para decisões orientadas. O planejamento requer mapear e buscar metas com foco claro dos objetivos. Os detalhes estão nos refinamentos e nas revisões dos itens validados ao longo do seu processo de inovação. E, por fim, ajustar seu tempo é conseguir gerenciar a agenda e buscar cumprir seu planejamento ou cronograma!

A rotina com base nos itens acima, certamente garantirá sua capacidade de gerar inovações e transformar em itens de execução com retorno tangível.

Como dica extra, o livro sobre o DNA dos inovadores ainda traz um teste para você calcular o seu DNA inovador.

Os 4C da Inovação

Para nós, um modelo de competências é o que forma o modelo 4C de criação de inovação, porque inovar envolve mais do que somente criar, mas envolve planejar, testar e experimentar coisas novas. Conhecer os diferenciais e competências permite criar times de mais performance e sucesso.

Curiosidade

A curiosidade é o elemento básico da inovação e é a partir dela que o processo de desenvolvimento começa. Senão pela curiosidade, nós não conseguiríamos entender o mundo que nos rodeia e unir os recursos para gerarmos um novo elemento. Os 5 sentidos são indispensáveis para a busca de informações. Este processo inicia no nascimento e nos acompanha por toda a vida, sendo um item essencial na sua busca por competências em inovação.

Criatividade

A criatividade é uma forma de pensamento em que paramos de absorver informações e começamos a processar e encontrar conexões entre os elementos disponíveis aos nossos sentidos para transformar em ideias para que nosso o dia a dia seja mais fácil. O resultado direto da criatividade são as ideias. Todos possuem criatividade e, como em qualquer caso, ela deve ser estimulada diariamente.

Cálculo

O cálculo é a forma como mensuramos tudo na natureza. Quando uma ideia é robusta o suficiente para resolver todos os elementos de determinado problema ela passa a ser uma inovação. Porém, uma inovação não é útil se não for viável economicamente.

A forma de transformá-la em algo quantificável ocorre por meio do cálculo de sua estrutura, investimento, custo e do seu possível resultado. Com este conhecimento aplicado teremos inovação na prática, pronto para ser comercializado. Um item que você consegue ajustar e aprender com exercício no seu cotidiano.

Comercialização

Para a inovação de valor concluir seu destino, ela deve passar pelo processo de preparação do produto para a venda e a venda em si, mediante o correto planejamento e preparo. O conceito amplo de comercialização é de aplicar modelos de negócio para gerar resultados econômicos.

Ao perceber que você pode melhorar sua performance e compreender seus diferenciais como profissional e pessoa, a inovação será uma consequência. Transformar ideias em um produto ou serviço dependerá da sua capacidade de desenvolvimento e sua gestão para empreender com sucesso. Inovar requer um método e o desenvolvimento de múltiplas habilidades e competências.

Uma dica final é que você também pode realizar um diagnóstico de inovação para reduzir os riscos no lançamento de seus produtos. Esta é a melhor forma de apresentação da visão geral do seu projeto ou produto. A partir dela você define um roteiro que vai auxiliar na decisão de itens essenciais (e alguns até esquecidos).

É essencial que o cenário indicado seja compartilhado entre os sócios e participantes do projeto e, mais do que isso, seja realmente avaliado entre todos para que as mudanças possam ocorrer na prática. Alguns itens podem estar evitando o seu crescimento e, no futuro, afetarão o sucesso da sua ideia, produto ou projeto em serviços.

E você, ainda tem algum mito que queira discutir? Mande pra gente! Fale conosco e agende uma reunião para iniciar seu processo de inovação!

ENTENDER O MERCADO RESULTARÁ MAIOR PROBABILIDADE DE VENDAS DE SUA INOVAÇÃO

entender mercado

Quem nunca presenciou alguém defendendo uma ideia de um produto como se fosse um filho?

O criador fica tão apaixonado pela ideia, que passa a não enxergar os impactos negativos, ao ter uma ideia e conceber um produto acreditarmos que 100% das necessidades do consumidor estão atendidas, o que nem sempre é verdadeiro.

A tendência natural é pensar no produto e não no que o mercado precisa e está disposto a comprar.

A importância de entender o mercado

Quando desenvolvemos o modelo de negócio antes do produto reduzimos o risco mercadológico, estruturando uma estratégia específica e ações para que as chances de aceitação no mercado sejam maiores. Com isso a energia em desenvolvimento de produtos possa ser dedicada para geração de valor para o cliente e caixa para o pequeno e microempresário.

A criação do produto deve atender o mercado alvo

Após uma necessidade percebida a curiosidade leva ao descobrimento de que não há produtos no mercado para atendê-la. Então promove-se um projeto de produto acreditando que ele vai resolver o problema do empresário.

A ideia pode ser boa, mas se o produto não for direcionado para uma situação que o mercado aceita e paga, inovar se tornará um problema. Descobrir esse problema somente depois do produto lançado, com investimento nos processos produtivos, logística e marketing, dói muito no bolso!

Para tentar resolver esse problema muitas vezes a empresa investe ainda mais, se dedicando a otimizar o produto, reduzir os custos e expandir o público alvo. Infelizmente essas ações nem sempre trazem resultados esperados, aumentando ainda mais os prejuízos.

Um produto que atende a necessidade do mercado certamente terá mais sucesso.

Certamente seu produto posicionado no mercado será muito mais assertivo quando se opta por conhecer o mercado antes mesmo de desenvolver o produto.

É crucial entender se a necessidade identificada é a mesma de muitos e também buscar saber o quanto o mercado pagaria por uma determinada solução.

Com essa abordagem se reduz o risco de mercado, adequando as características do produto como design, custo e preço, em conformidade com a necessidade dos potenciais clientes.

A ideia pode ser boa, mas se o produto não for direcionado para uma situação que o mercado aceita e paga, inovar se tornará um problema.

Caso a ideia não seja financeira ou tecnicamente viável, a perda é muito baixa, pois consiste somente no tempo das pessoas envolvidas na atividade de desenvolvimento do novo produto.

Se o projeto for viável as informações anteriores definem a estratégia do produto e vão guiar o projeto de forma que, após o lançamento do produto, o mesmo passe a ser desejado e comprado.

Isto garantirá que a empresa obtenha o retorno do investimento e significativo lucro. Neste caso temos um círculo positivo onde a inovação passa a financiar outros projetos de produtos inovadores.

Lançar um produto que não atende o mercado poderá inibir futuras inovações dentro da empresa, pois inovar passa a custar muito caro. A empresa pode começar a criar uma cultura que inovar lançando produto é ruim, pois gera prejuízo gerando um círculo negativo – menos lançamento, mais commodity e menos lucro.

O Desenvolvimento de Produtos deve ser uma rotina na sua empresa. Nós auxiliamos os empresários no desenvolvimento de seus produtos através da aplicação de uma metodologia avançada de desenvolvimento de produtos.


Caso tenha interesse em conhecer mais sobre como aplicar sua metodologia de produtos, agende uma reunião com a gente.